Quando a Selic sobe, o primeiro instinto do investidor é deixar o dinheiro aplicado. Afinal, 1% ao mês parece muito. Mas essa comparação ignora variáveis fundamentais: o imposto de renda sobre os rendimentos, a inflação do imóvel (INCC ou valorização de mercado), a renda de aluguel e o efeito de alavancagem das parcelas.
O corretor que entende essa matemática não debate opinião — apresenta números. E quando os números são bem montados, a decisão do cliente muda.
Neste artigo mostramos o raciocínio por trás do cálculo e como apresentá-lo de forma simples, usando apenas uma folha de papel ou o simulador digital.